Video Porno Conto de sexo filmei a traição e mostrei para o corno

Filmei a traição e mostrei para o corno. Tá achando que é só homem que trai? A mulher traiu e ainda foi lá mostrar o video para o corno.

Acho incrível como tem homem que subestima o tesão e as vontades de uma mulher na cama, seja brochando ou negando fogo. Isso aconteceu comigo, e eu dei o troco no filho da puta pra ele nunca mais esquecer. Na época eu era uma simples estagiária de 18 anos, virgem e ingênua em um supermercado, fiz de tudo até ser promovida, porém, minha beleza e principalmente a minha bunda é que convenceram o meu chefe. Eu era cantada por todos os funciorários, e causava inveja nas outras garotas, afinal, eu sempre chamei muito a atenção pela beleza de meu rosto e corpo, contudo, era a minha bunda que mais roubava olhares e elogios por onde eu passasse, tanto que meu chefe, Edvaldo, um senhor de 54 anos, casado e pai de cinco filhos, que além de gostar de humilhar os funcionários não cansava de me cantar e fazer propostas de promoção em troca de uma trepada com ele. Pensei em processá-lo por assédio e arrancar uma indenização dele ou do supermercado, mas, acabei foi cedendo as pressões e resolvi sair com ele sem ninguém desconfiar. Nos primeiros dias de encontro ele se mostrou gentil e cheio de planos em relação a nós dois, tanto que não houve transa apenas beijos e amassos, porém, eu sabia que o que ele queria mesmo era fuder a minha xoxota virgem e meu cuzinho apertado. Eu via isso em seus olhos. Mas, como ele estava se mostrando gentil e paciente comigo eu fui pra cama com ele. E, apesar de ser a minha primeira vez, ele é quem parecia mais ansioso e nervoso, principalmente quando eu fiquei nua e virei as costas para que ele pudesse ver a minha bunda, a impressão é que ele jamais havia visto uma uma bunda gostosa na sua vida. Ele pediu pra eu pegar em seu pau e tocar uma punheta antes de chupa-lo, confesso que no início não curti o gosto, mas, fui me acostumando até lambuza-lo todo, agora, nada se comparou quando ele me deitou na cama e pôs seu rosto entre minhas pernas e começou a lamber, cuspir e mexer a sua língua dentro da minha boceta, foi o meu primeiro gozo. Meus peitos estavam duros, meus pêlos arrepiados e meu ventre tremia por dentro, sem falar que deixei a cara dele toda molhada, aí ele veio por cima e meteu devegar sua pica na minha xotinha virgem, doeu, mas, eu tava tão excitada que nem liguei e puxei ele, prendendo-o entre minhas pernas e pedi pra ele acelerar a foda, devo ter gozado umas três vezes, até que ele me pediu pra que eu ficasse de quatro pra ele comer meu cu, de cara eu disse não, ele insistiu, e eu voltei a negar, daí ele não insistiu e tomamos um banho e fomos embora. Voltamos a sair e a trepar quase todos os dias, fomos a muitos moteis diferentes, fui relaxando e ficando viciada em foder com ele, até que, numa dessas transas eu fiquei de quantro na cama e enquanto rebolava pedi pra ele comer meu cu, o velho quase enfartou quando me ouviu pedir isso, afinal, era justamente o que ele queria desde quando me viu pela primeira vez no supermercado, foi como se o maior sonho dele estivesse se realizando. Quase me arrependi, pois, doia muito, mas, ele tava tão nervoso e ansioso que, acabou brochando, até que acabei desistindo de dar o cu. No fim ele parecia um garotinho transtornado por ter perdido um presente do papai noel de tão infeliz da vida. Daí, toda as vezes que nos encontramos eu tentava dar o cu pra ele, só que ele continuava brochando de tão nervoso, e se antes era ele quem pedia sempre pra comer meu cu, agora era eu que não perdia a oportunidade e oferecia o cu sem ele se quer pedir, mas ele nunca correspondeu e sempre falhava. Porém, eu tava tão determinada em ajuda-lo a relizar tal fetiche que não importava a hora nem o lugar, eu queria era sentir a rola dele no meu cu. Foi então que ele começou a negar fogo e até dar desculpas pra não me encontrar mais, falou até em me mudar de loja só pra não me ver mais. Fiquei tão puta da vida por conta disso que resolvi mostrar pra ele toda a minha decepção, e comecei a sair com o Sandro, ou Sandrão, um negão forte, feio e com cara de tonto que diariamente era humilhado por ele, Edvaldo, no supermercado. Porém, não foi só uma transa qualquer, eu fiz questão que tudo fosse filmado enquanto eu fosse enrrabada e, num motel barato, eu ajustei a posição das câmeras, chamei o sandrão que já estava em ponto de bala com seu enorme pau preto latejando de tanta vontade de me foder, enquanto eu ficava de quatro, empinando a bunda até dar a ordem para ele entrar fundo, com força e sem perdão no meu cu. Quase me arrependi da brincadeira, pois, eu gritei feito uma puta tamanha foi a dor de receber aquela rola preta e grossa no meu cu, enquanto o Sandrão segurava firme em minha cintura e gentilmente enfiava tudo, suei bicas, mas, acabei me acostumando e gostando do troço, tanto que não cansava de pedir mais rápido e toda pro Sandrão, e ele parecia um motor ligado em minhas costas, socando seu pau gostoso sem parar. Até que, após horas dando o cu, de tão exausta tombei na cama, enquanto o Sandrão esporrava minhas costas, Aí me virei pra câmera e mostrei meu cu totalmente arrombado pelo imenso pau preto do Sandrão. No outro dia, no supermercado, fui a sala do Edvaldo e pedi demissão, ele recusou, mas eu estava decidida a nunca mais nem olhar pra cara de bosta dele e mesmo assim deixei o emprego, porém antes dei pra ele uma cópia do vídeo com a inesquecível e incomparável foda anal do Sandrão em mim.

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