UMA RAPIDINHA COM MEU EX ALUNO.

Olá pessoal,tenho dois contos publicados e tinha resolvido parar de escrever. Porém, alguém insistiu tanto e cá estou novamente .

Marcos quando foi meu aluno, tinha apenas 11 anos. Um garoto amoroso e muito apegado a mim.

Depois de alguns anos, um dia Marcos veio me visitar, pois tinha ido morar em outra cidade. Falou que ia casar e relembramos passagens do tempo que fui sua professora.

Ano passado, ele retorna e vem novamente me ver. Já não estava mais casado e iria ficar um tempo com a mãe, pois tinha que se preparar para um concurso público .

Nos despedimos , passei meu whatsapp. Ele perguntou se poderia vir mais vezes, já que estaria um bom tempo por aqui. Acho que ele pensou que meu marido não fosse gostar dele vir em casa em outras ocasiões.

Depois dessa visita, passamos a nos falar com frequência pelo “zap “. As conversas giravam em torno dos estudos dele para o concurso, nada de mais. Era professora pra lá, professora pra cá, pois era assim que me tratava mesmo após vinte anos.

Outro dia conversando pelo celular, comentei que estava morrendo de calor e com vontade de tomar uma gelada. Ele então disse:

– Já que seu marido está viajando, posso ir aí tomar um copinho com você?

Pensei até que ele estivesse brincando. Nem bem concordei, veio voando rsrs. No terceiro copo, resolvi parar e ele chiou:

– Vai parar por que professora?

– Meu filho já estou velha (48 anos) e não quero ficar bêbada.

– Velha nada pô! Você ainda tá uma gata!

– Só diz isso porque sou sua professora preferida (risos).

Demos o papo e as cervejas por encerrados e ele foi embora. A noite Marcos me chama no “zap ” e vai logo dizendo:

– Olha não foi porque eu estava bebendo que te disse que tu és gata. Sempre te achei demais!

Fingi acreditar. Afinal ainda levo algumas cantadas, mas, não achou que sou tudo isso. Leitores que viram minhas fotos podem dar uma opinião mais isenta.

Tentei cortar aquela conversa, pois ainda lembrava dele como meu menininho de 11 anos no ensino fundamental 1. Mas ele estava determinado a me convencer do contrario. Argumentou que me via como mulher e não mais como sua ex professora. Que agora era um homem.

Nas conversas que dali se seguiram, o papo foi ficando cada dia mais pessoal. Já não me chamava mais de professora e sim pelo meu nome.

Outro dia ao chegar em casa vindo do banco, o encontro em boa conversa com meu marido. Ao me ver foi logo cumprimentando, dizendo com a cara mais lisa que estava passando por perto e resolveu vir dar um oi pro meu maridoMeu esposo inocente disse pra ele que sentia muito, mas já estava de volta pro trabalho e ainda acrescentou:

– Apareça ai outro dia pra continuarmos a conversa (sabe de nada o inocente ).

Bem, se as conversas entre a gente já andavam quentes, a coisa esquentou depois que ele leu os contos que escrevi. Já não perdia a oportunidade de dizer que estava doido pra me comer. Rsrs.

Como a ocasião faz o ladrão, não demorou muito para que eu ficasse sozinha em casa. Quando sem mais nem menos, a libido provoca desejos sexuais. Pensei em me masturbar. A imagem de Marcos veio na cabeça. Juro que só tinha em mente tirar um sarro, uns amassos. Liguei:

– Oi Marcos estou só em casa, você não quer vir aqui ? Fui logo explicando que tinha pouco tempo, pois marido e filha tinham ido ao mercado.

– Tranquilo , só preciso de vinte minutos pra chupar sua boceta.

Quando ouvi isso, pirei na hora. Que safado! Mas, se tem uma coisa que nos faz perder a cabeça é um bom oral. Estou errada mulherada?

Aflita, foi batendo um arrependimento de tê-lo chamado. E se meu marido chega e nos pega? E se… e se… era muita coisa que me atormentava. Então tentei usar de esperteza. Deixei a porta encostada e fui lavar a louça do almoço que ainda estava na pia.

Imaginava ganhar tempo e ele ao esperar que terminasse meus afazeres, marido e filha chegariam. Eu estaria salva da encrenca que tinha me metido. Escutei batidas na porta.

– Entre, estou aqui na cozinha. Tratei de sentar num banco que estava próximo da pia, dando andamento em lavar a louça.

– Oi , puxe a cadeira e sente, termino já.

Ele continuou de pé me olhando. Senti que me analisava e comecei a tremer na base .

– Não vai sentar? disse.

– Sentar o caralho! Eu vim aqui pra te comer e é o que vou fazer agora!

Veio com tudo pra cima de mim. Gente, quase caio do banco!

Marcos começou me beijar como um alucinado. Eu nem conseguia respirar direito. Uma das mãos pressionou minha nuca para manter a boca na dele. Com a outra apalpava meu seio. Eu até tentei afasta-lo. Seu ventre colado no meu, fez sentir seu pau duro e pulsando. Comecei a salivar de vontade .

Ele ajoelhou e como eu ainda continuava sentada no banco, sua cabeça ficou certinho na altura da minha cintura. Afastou meu shortinho de pano mole, caindo de boca na xaninha. Como chupava bem aquele safado. Enfiava a língua, mamava… Fui ficando louca de tesão.

– Tá gostando sua puta recatada! Cadê a professora séria, hein?

– Chupa vai, obedeça a sua professora. Uiii, aiiii não pare não safado! Aiiiiii que porra, vou gozarrrr, Aiiiiiiii!

Gozei muito e quando senti na sua boca meu gosto, foi aí que fiquei putinha mesmo. Tirei seu pau pra fora. Ele segurou na minha nuca, me guiou até aquela tora já babada de vontade. Caí de boca. Lambi aquele liquido que saia da cabecinha do pau, olhava pra ele fazendo caras e bocas. Rsrs. O cara ficou louco…

Me deu um tapa na cara, ordenando:

– Chupa logo essa porra! Engole ele todo, agora é sua vez de me obedecer.

Quando senti que ele ia gozar, aumentei a punheta com os ovos na minha boca. Mas ele me afastou dizendo:

– Vou gozar fodendo sua boceta. Venha cá professora safada!

E saiu me puxando pelos cabelos até o canto da parede. Me fez ficar de costas pra ele, colocando minhas mãos na parede. Afastou minhas pernas e veio com o pau inchado, tentando penetrar. Fiquei parada imóvel, esperando que a cabeçona entrasse.

Quando entrou, soltei sem querer todo o ar dos pulmões. Foi me abrindo toda, esfolando por dentro da periquita. Tentei rebolar para diminuir a ardência. Veio com tanta força que logo estava inteiro dentro.

Nem bem me acostumei com a invasão, ele meteu sem dó na xana. Bombou, bombou pra valer. Nessa hora lembrei que meu marido estava para chegar. O medo e adrenalina tomaram conta de mim. Comecei a rebolar pra ver se ele gozava rápido e o xingava:

– Goza filho da puta! Meu marido vai chegar! Come logo essa boceta que você tanto queria! Fode com força, caralho!

Aquela respiração no meu cangote e seus gemidos roucos me levaram a um orgasmo intenso. Eu falava:

– Vou gozar, vou gozar aiii aiiiii gostoso, aiiiii!

– Goza comigo, goza piranha! Vou te morder todinha!

E cravou os dentes no meu ombro. A dor da mordida veio junto com uma gozada fenomenal de ambos .

Nem esperei ele vestir a roupa direito e fui empurrando o mesmo porta fora.

– Vai peste, meu marido nos mata!

A noite meu telefone toca:

– Professora qual é minha nota?

– Olha, perdi sua prova. Mas, em breve marcarei uma “avaliação oral” e te darei a nota .

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