Saindo com meu professor

Saindo com meu professor

Olá, me chamo Cristina, tenho 25 anos, 1,63 de altura. Sou branquinha, ruiva, tenho peitos grandes, cintura fina e um quadril largo com um grande e redondo bumbum.

O relato de hoje aconteceu já tem anos. Nos meus últimos anos de escola, fiz um curso técnico e nessa escola tinha um professor que fazia sempre um esforço para estar perto de mim. Sempre me olhando, se oferecendo para me ajudar com a matéria e tals. Eu  tinha perdido a virgindade recentemente, um mundo todo novo de prazer estava se abrindo a minha frente, mas eu nem pensava nele assim. O achava gatinho, mas era meu professor e era isso. Aproveitava a bondade dele comigo em sala para conseguir pequenas vantagens, mas era somente isso.

Na verdade, rolava meio que um amor/ódio da minha parte. Ele me irritava profundamente, mas como eu sabia que possuía alguma influência sobre ele, eu relevava tudo o mais que me irritava.

Pois bem, um ano e meio de curso e me formei. Dois meses após o término do curso, completei 18 aninhos. Depois terminei o colegial e com uma sorte que ainda não acredito, consegui um emprego em uma cidade vizinha.
Meu turno era da tarde/noite. Saia as dez da noite.

Um dia, recebi uma mensagem desse professor, que vou chamar de Theo, me falando que sempre me achou bonita, inteligente e interessante. Ficamos conversando por várias semanas, até que as conversas esquentaram e Theo disse que sempre teve tesao em mim, sempre imaginando a gente transando.

Pra minha surpresa, estava ficando cheia de tesao em ouvir essas coisas dele. Um cara mais velho, logo mais experiente, querendo algo comigo, tão novinha e tímida e inexperiente.

Em uma sexta feira, antes de entrar no serviço, recebi uma mensagem dele dizendo que estaria trabalhando na mesma cidade que eu, no mesmo horário e que me daria uma carona, caso eu quisesse. Eu aceitei, já sabendo que não se tratava de uma simples carona.

Sai do serviço e fiquei esperando ele, que em menos de cinco minutos apareceu, abriu a porta e me mandou entrar.
No caminho para a cidade onde morávamos, tinham alguns motéis. Ele me perguntou:

_Quer entrar? Se não quiser fazer nada, não tem problema, mas eu queria muito ver o seu corpo, ver você nua pra mim.

Eu topei entrar, somente acenando com a cabeça baixa, vermelha de vergonha.

Entramos, ele abriu a porta pra que eu descesse do carro e nos sentamos na cama. Eu nunca tinha estado em um motel antes e estar ali, com ele, estava me causando vários sentimentos simultâneos.

Ele me beijou deliciosamente e retribui o beijo com desejo. Ele passeou suas mãos por todo meu corpo. Tirou delicadamente minha blusa, sempre esperando meu consentimento antes. Eu permiti que me despice. Ele tirou meu sutiam e começou a lamber e mordiscar meus mamilos. Nesse momento, minha boceta já estava encharcada de tesao. Tirei a camisa dele e beijei seu peito e seu abdômen. Só de abaixar e segurar em suas coxas, senti seu pau duro latejando contra a calça.

Como boa garota que sou, arranquei a calça dele e sua cueca, exibindo seu caralho pulsante e melado, que agarrei e abocanhei mais que depressa. Ele gemeu alto assim que minha boca tocou em seu pau. Automaticamente sua mão agarrou meus cabelos, não me forçando em seu pau, mas me segurando com força, e disse:

_Você nem imagina quantas vezes imaginei ter meu pau nessa sua boquinha deliciosa.

E isso ia me dando um tesao louco. E ele disse:

_Deixa eu chupar você? Quero saber o sabor da sua boceta.

Eu assenti, com seu caralho na minha boca. Ainda segurando meus cabelos e sem aviso, ele me levantou, fazendo surgir uma linha de saliva do seu pau a minha boca. Eu sabia que ele estava se esforçando para não gozar naquele momento. Assim que me pós em pé, ele segurou em minha calça e puxou para abrir, um botão voou e o zíper arrebentou e ver o desejo que ele tinha em ter minha boceta me deixou ainda mais molhada. Somente uma pessoa tinha chego a lamber minhas partes até o momento e a expectativa de ter ele ali estava me enlouquecendo, mas pra mim era uma questão de honra mostrar pra ele que ele não me faria gozar.

Ele abaixou minha calça e tirou lentamente a minha calcinha. Ajoelhou em minha frente, aproximou o rosto e inspirou lentamente.

_Que bocetinha linda e cheirosa que você tem. Agora ela vai ser minha.

Comigo ainda em pé, pernas fechadas e tudo, ele lambeu meu grelo, me fazendo suspirar alto e ir levemente para trás. Me deitou na cama suavemente, abriu minhas pernas e começou a mostrar seu lado mais velho, mandão dizendo:

_Suas pernas vão ficar assim. Não vai poder fechar ou mudar, a não ser que eu diga pra fazer.

Aquele tom dele me deixou louca. Ele colocou sua cabeça entre minhas pernas, segurou minhas coxas e assoprou meu grelinho. Uma sensação completamente diferente de tudo o que já havia sentido tomou conta de mim e tive que fazer um enorme esforço pra cumprir minha promessa de não gozar e atender a ordem dele de não fechar as pernas. Quando a ponta de sua língua me tocou, um gemido rouco escapou de meus lábios.

_Está gostando, sua safada? Deixa que seu professor tem muito a te ensinar hoje.

Aquilo estava sendo um martírio pra mim. Ele me chutou, lambeu e dedou por vários minutos, arrancando suspiros e contorcimentos de minha parte. Ele se afastou e disse:

_Deixa eu deitar e você vai vir voltar a me chupar, mas vira essa raba pra mim.

Obedeci a voltei a cair de boca naquele caralho delicioso que estava ainda mais duro, se possível. Ele pegou uma de minhas pernas e passou por cima de sua cabeça, me deixando com a boceta acima de sua cabeça e, pressionando minha bunda para baixo, experimentei o primeiro 69 da minha vida. Cada toque dele me fazia suspirar e isso me enlouquecia. Seu pau pulsava em minha boquinha e sentir o tesao dele assim era meu maior estímulo.
Após brincarmos um pouco, ele me tirou de cima dele, colocou preservativo e ordenou:

_Agora você senta no meu pau. Quero ver ele todo dentro dessa sua bocetinha gostosa. Vai, eu sei que você também quer.

Me posicionei em cima dele, ajeitei a cabeça de seu pau na entrada da minha boceta, tudo com muito cuidado já que eu sentia que aquele caralho grosso fosse me arrebentar. Ele respeitou esse meu momento de preparação enquanto Aproveitava pra me comer lentamente, centímetro a centímetro. Fui, aos poucos, rebolando e sentando pra que pudesse sentir todo seu pau dentro de mim. Eu gemia como uma cadela sentindo aquela tora me alargar. Quando ele viu que já tinha encaixado, grudou em meus quadris e começou a forçar de encontro ao dele, metendo cada vez mais forte e mais fundo e eu, já sem controle algum de mim, quebrei minha promessa de não gozar e gozei em sua pica. Não anunciei o fato, mas ele soube e disse:

_Agora que você gozou, é minha vez. Fica de 4 e arrebita essa bunda pra mim.

Com as pernas bambas, sai de cima dele e obedeci. Ele ficou atrás de mim, colocou uma mão em cada lado do meu quadro, pincelou minha boceta com seu pau, encaixou e meteu tudo de uma vez, furiosamente, com um desejo reprimido a tempos.

Uma de suas mãos foi para o meu peito e ficava alisando e beliscando meus mamilos. Aquela sensação foi demais pra mim e gozei novamente, no mesmo momento que ele anunciava que iria gozar.
Terminamos os dois exaustos, mas satisfeitos. Não saímos mais depois disso, já que mudei de cidade, mas sempre nos falamos e recordamos desse momento e planejamos novos encontros, que podem nunca acontecer, mas imaginar eles é incrível.