Minha primeira vez com o Curitibano pauzudo

Meu nome é Marcelo, tenho 34 anos, moro em Curitiba-PR. Sou casado, bissexual, safado, pele clara, bonito, 1,73 de altura e 74 quilos, boa forma, olhos e cabelos castanhos.
Desde muito novo, sempre gostei de homens e mulheres. Apesar disso, nunca dei pinta de que tinha vontade de transar com macho.
Tinha medo de me expor. Gostava de admirar discretamente os homens na rua e conversava com uns caras pela internet, mas nunca tinha coragem de encontra-los de verdade.
Certa vez, estava teclando no chat do Uol e comecei a conversar com um cara chamado Alex. O papo era legal, falamos sobre frivolidades, ele me contou como era a sua aparência, disse que era moreno, tinha 29 anos, 1,89 de altura, 92 quilos, malhado, usava barba e tinha pelos.
Começou a insistir para me encontrar, falou que sempre teve vontade de ser mamado por um cara casado e que tinha gostado da minha descrição.
Minha primeira reação foi a de não aceitar. Fui sincero, falando de todos os receios que tinha, pois era casado e tinha medo de ser visto ou reconhecido. O Alex, sempre atencioso, disse que podíamos ir devagar e se propôs a me encontrar apenas para nos conhecermos, para quebrar o gelo e eliminar os receios.
Com o maior frio na barriga, criei coragem e acabei aceitando encontra-lo em um Café aqui de Curitiba.
Dirigi o meu carro até o lugar combinado, na maior ansiedade. Nem acreditava que estava fazendo aquilo.
Quando cheguei ao Café me dei conta que estava prestes a encontrar com um homem que nunca tinha visto antes e que podia até ser mal intencionado.
Quando quis desistir, ele chegou. Fiquei boquiaberto, era tudo o que ele me descreveu no chat e mais um pouco. Ao ver aquele homem másculo se aproximar da mesa, com um sorriso maroto, notei de cara o volume da sua calça, estava de camiseta regata com os braços fortes a mostra e alguns pelos do peito visíveis na gola.
Fiquei cheio de tesão. Ele me cumprimentou com um aperto de mão forte, sentou-se à mesa e começou a conversar comigo com aquela voz grave de homem.
Minha ansiedade foi passando e eu comecei a gostar daquela situação. Fizemos nosso pedido, conversamos por alguns minutos e logo ele começou a me falar do seu desejo de ser mamado por um homem casado, revelando que tinha vontade de ver o cara segurando a rola dele com uma aliança no dedo.
Embora estivesse sentido muito tesão por ele, resisti aos apelos para sairmos naquele mesmo dia, pois queria conhecê-lo melhor antes que qualquer coisa, afinal não iria chupar um cara que mal conhecia, ainda que fosse aquele Deus Grego.
Ele compreendeu numa boa e pagamos a conta.
Na saída ele me pediu uma carona até um terminal de ônibus, pois estava sem carro. Fiquei sem graça, mas concordei.
Assim que saímos do Café e pegamos o trânsito, ele começou a acariciar o próprio pau por cima da calça. Vendo que eu não conseguia tirar os olhos dele, pegou a minha mão e me fez passá-la naquele volume imenso.
Ao sentir a silhueta daquele pauzão, uma onda de tesão tomou conta do meu corpo. Ele então perguntou: está gostando, né?
Antes que eu pudesse responder ele abriu o zíper e tirou aquele mastro para fora. Devia ter uns 19cm, bem grosso e veiúdo.
Fiquei apavorado que alguém nos visse naquela situação. Mas ele, sem se importar, pegou a minha mão e me fez pegar naquele pau imenso. Mal conseguia segurá-lo, pois além de grande era muito grosso.
Com um sorriso nos lábios ele me fazia punhetá-lo levemente. Naquela altura eu já não respondia por mim, de tão excitado que estava. O tesão havia suplantado o medo.
Então ele me mandou parar o carro em uma rua escura. Logo que paramos o carro, o Alex me agarrou e me deu um beijo de língua muito quente, fazendo-me segurar ao mesmo tempo aquele pauzão gostoso.
Eu sentia o cheiro delicioso daquele macho. Enquanto ele beijava minha orelha, começou a dizer que eu iria sentir o que era um pau de verdade naquele dia.
Sentia-me dominado por aquele macho e quando dei por mim, estava caindo de boca naquela jeba imensa, conduzido pelas mãos dele, que empurrava minha cabeça em direção a ela.
Assim que eu toquei minha boca na cabeçona daquele pau, o Alex suspirou e disse… “ah, que delicia”. Forçando minha cabeça para baixo, o pau dele entrou mais da metade na minha boca de uma vez.
Senti um gosto forte e me engasguei com o pau dele ao alcançar o fundo da minha garganta.
O Alex me disse “continua chupando, não para”. Obedeci rapidamente.
A excitação tomava conta do meu corpo enquanto chupava o pau do Alex, que a cada estocada ficava mais doce na minha boca.
O Alex estava louco de tesão com a chupada, me fez mamar a cabeça do pau e descer até o saco, que suguei com gosto, sentindo aquele cheiro de homem, enquanto ele observava o movimento da rua.
De repente ele me disse, tem uma pessoa se aproximando, precisamos sair daqui.
Nos recompomos rapidamente, saímos dalí e ele me mandou seguir para a casa dele.
Chegando lá, ele me disse que morava com um primo e que não podíamos ser vistos.
Entramos pelo portão de veículos e fomos a um banheiro localizado nos fundos da garagem.
Chegando lá, ele se despiu e eu pude ver aquele corpo maravilhoso por inteiro… peludo, musculoso e pauzudo.
Logo ele me beijou, tirou toda a minha roupa e me fez chupar o pau novamente.
Era uma loucura! Eu estava chupando o pau de um cara que mal conhecia, escondido no banheiro da casa dele, correndo o risco de ser pego por qualquer pessoa que entrasse na garagem. Mas o tesão era tanto que não me importava mais, só queria satisfazer aquele macho.
De repente ele me colocou de pé e sussurrou no meu ouvido: “cara, não aguento mais… estou morrendo de vontade de te comer”.
Com um gesto rápido, ele me virou, empurrou-me contra a parede e começou a roçar aquele pau imenso no meu rabo. Eu delirava de tesão e medo de ser enrabado, mas naquela altura, só queria ser dele.
O Alex me mandou empinar a bunda. Começou a cuspir e passar a mão cheia de saliva no meu cuzinho, enfiando o dedo no buraquinho apertado. Era gostoso sentir ele passar a mão no meu rego, deixando-o todo melado.
Em seguida ele pegou um preservativo do bolso da calça, colocou no pau e começou a forçar a entrada do meu rabo.
Com dificuldade, a cabeça daquele pauzão entrou no meu cu. Nessa hora senti muita dor, quis me desvencilhar, mas o Alex me segurou, mordeu a minha orelha e disse para eu ter calma, que logo a dor passaria.
Completamente dominado, senti o pau do Alex arrebentar minhas pregas e invadir minhas entranhas, até encostar o saco na minha bunda. A dor era alucinante e eu gemia baixinho, com medo que alguém nos ouvisse de fora da garagem.
O Alex dizia: isso geme na vara do teu macho. E então começou a bombar aquele pau de 19 cm no meu rabo. Sentia o saco batendo na minha bunda, o que aumentava o meu prazer.
O Alex sussurrava no meu ouvido, me chamava de viado, de putinha safada e mandava eu pedir pica.
A dor foi passando e dando lugar a um tesão inimaginável. Obedecia aos comandos do meu macho e pedia para ele me foder mais. Ele arfava, dava um gemido baixo e grosso de homem, o que me enchia de tesão. As vezes dizia que iria me comer sempre, que eu tinha um rabo delicioso, que era safado.
O ritmo das estocadas foi aumentando até que ele anunciou que iria gozar. Tirou o pau do meu rabo rapidamente e, com um gesto quase imediato, me empurrou para o chão, fazendo abocanhar seu pau novamente.
Senti os jatos de porra invadirem a minha garganta. O gosto era doce, mas adstringente. O Alex não me deixou cuspir e me fez engolir tudo, dizendo que era o prêmio pela foda que tinha dado.
Limpei o pau dele todo com a boca, até que ele apanhou um novo preservativo, me colocou em pé e meteu a novamente a pica ainda dura no meu rabo. Achei que ele ia me comer mais. Mas então começou a me punhetar para que eu também gozasse.
Estava morrendo de tesão e dei a gozada mais gostosa da minha vida com o pau dele no meu rabo.
Foi maravilhoso. Assim que gozei, ele tirou o pau da minha bunda e me beijou novamente.
Nos vestimos e saímos furtivamente do banheiro. Felizmente, ninguém nos viu e eu fui embora apaixonado por aquele homem.
Depois disso, ele me comeu outras 3 vezes, mas essas eu conto outra hora.
Espero que tenham gostado da estória.
Meu e-mail para contato é curitibanosafado81@outlook.com

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