Minha prima é pervertida, mas eu não sabia.

Olá a todos, meu nome é Bruna, tenho 21 anos e o que eu vou contar aconteceu quando eu tinha 17 anos. Tenho um primo, o Gabriel, dois anos mais velho que eu. Somos amigos desde pequeno. Minha mãe era muito ligada à minha tia e vivíamos na casa deles.

O Gabriel tinha uma irmã, a Laís, que também era minha prima. Ela era 5 anos mais velha que eu e a gente raramente conversava. Então, uma vez, nas férias de janeiro, minha tia me chamou pra ir passar uns dias lá, de forma que eu pudesse fazer companhia ao Gabriel.

Como sempre, fui muito bem recebida e fiquei com o quarto do meu primo, que dormiria na sala. Nos primeiros dias foi tudo normal. Eu e o Gabriel saíamos para dançar, íamos ao cinema e às vezes ficávamos o dia inteiro fora. Minha prima não era de muita conversa, e a gente só se cumprimentava mesmo.

Em uma das noites que fiquei lá, por volta da meia-noite, eu estava deitada na cama, de bruços, e sem coberta, porque estava muito calor. De repente percebi alguém entrando no quarto. Achei que fosse meu primo, querendo pegar alguma coisa, e me surpreendi ao ver que era a Laís.

Eu quis ver o que ela queria alí, e fingi que estava dormindo. Ela rodeou a cama por um tempo, e eu sabia que ela estava me olhando. Então ela levantou minha camisola até a cintura e depois abaixou minha calcinha, deixando minha bundinha à mostra.

Penso que ela ficou me olhando por uma tempo, depois começou a passar a mão nas minhas pernas, coxas e bunda. Senti ela apertar minhas nádegas e abrí-las gentilmente. O quarto não estava tão escuro e ela com certeza estava olhando minha bocetinha e meu rabinho.

De repente, me arrepiei toda ao sentir o dedo dela fazendo círculos na entrada do meu cuzinho. Fiquei tensa, tentando não demonstrar a ela que eu estava acordada. Que safadeza era aquela! Depois de brincar na entradinha do meu ânus, ela enfiou o dedo, bem devagar. Uma reação normal é contrair e trancar a bunda. Mas eu deixei, pois queria saber até onde ela ia com aquilo.

Nao vou dizer que achei aquilo normal. Minha vontade era gritar com ela, chamar minha tia, alguma coisa assim. Mas eu estava bastante assustada, porque eu estava gostando daquilo. Ela me bolinou por mais algum tempo e depois foi embora. No dia seguinte tomamos café juntas e ela se comportou normalmente.

Saí com o Gabriel durante o dia e à noite tive certeza de que ela viria novamente. Pus minha camisola mais transparente, e, dessa vez, sem calcinha e sutiã, e me deitei. Mais ou menos uma hora depois ouvi a porta do meu quarto abrir lentamente e ela entrar.

Fingi estar dormindo novamente, deitada de barriga pra cima e com as pernas levemente abertas. Ele deve ter ficado me olhando durante uns cinco minutos. Então percebi que ela se deitou entre as minhas pernas, me alisou durante uns segundos, beijou minhas pernas e coxas, levantou minha camisola e começou a lamber minha xaninha.

Fiquei quietinha, me aguentando ao máximo para não gritar de tanto prazer que eu estava sentindo com aquela boca gostosa chupando, meus grandes e pequenos lábios. Que delícia!! Ela devia ter muita experiencia naquilo. Era maravilhoso. Ela lambia meu clitóris, mordiscava e enfiava a lingua.

Tive uns três orgasmos deliciosos. Na outra noite me vesti do mesmo jeito, pois eu sabia que ela viria novamente, e eu estava louca por isso.

Ela chegou e, para minha surpresa, se ajoelhou ao lado da cama e falou no meu ouvido:

– Bruna, eu sei que você estava acordada ontem e está hoje também! – ela falou isso e senti meu sangue gelar.

– Você já teve o prazer que você queria. Hoje é a minha vez! Faz comigo, faz? – ela falou soprando um hálito muito gostoso no meu rosto. Não me aguentei e abri meu olhos. Na mesma hora ela me beijou, com a boca molhadinha. Era muito bom beijá-la, e sua boca era macia e os labios carnudos.

Entao ela se sentou na cama e tirou a blusa. Senti que ela tinha seios grandes e duros.

– Me abraça, vem! – ela falou bem baixinho, com receio de que nossos ruídos pudessem acordar os demais. Em seguida ela segurou minha cabeça gentilmente e levou minha boca até os seus peitinhos, e eu comecei a chupá-los de uma forma muito gostosa.

Não demorou muito e ela colocou a mão na minha bucetinha e começou a me masturbar, esfregando os dedos no meu clitóris. Eu gemia baixinho, chupando os seios dela e beijando sua boca.

– Laísssss!!! – só consegui falar o nome dela e me deixei levar por um orgasmo devastador, que me fez tremer dos pés à cabeça.

– Gozou gostoso, meu amorzinho? – ela falou baixinho no meu ouvido quando percebeu a minha respiração voltando ao normal. Em seguida ela pediu pra eu tirar seu shorts e sua calcinha. Que loucura! Eu nunca tinha sentido tanto tesão na minha vida. Quando toquei a calcinha dela para tirá-la, meus dedos tremiam de tão excitada que eu estava.

– Chupa minha buceta agora, por favor!! – ela falou e se deitou, com as pernas levemente levantadas. Aproximei meu rosto da xoxotinha dela e a cheirei. Que cheirinho delicioso que ela tinha. Eu sempre gostei de cheirar o fundo das minhas calcinhas, e o cheiro que saia da prexequinha dela era mil vezes mais gostoso.

– Ohhhhhh!!! Que gostosooooo, Bruna!! – ela gemia e falava baixinho enquanto eu lambia e chupava sua bucetinha, bem lentamente. Eu nunca tinha chupado uma buceta antes e nem sabia se estava fazendo certo ou não. Mas o corpinho dela tremia e ela se contorcia muito. De repente as mãos dela seguraram firme meus cabelos e ela me puxou, esfregando minha cara e lambuzando todo o meu rosto com o melzinho que saia de sua xoxotinha.

– Meu deusssssss!! Vou gozarrrr! Vou gozarrrr!! – ela gemeu e deu uns gritinhos bem baixinhos, abafados, e começou a gozar bem gostoso na minha boca. Em seguida ela me puxou e beijou minha boca apaixonadamente, querendo sentir o gosto de sua perereca na minha boca. Eu estava achando aquilo tudo uma loucura e uma perversão sem limites.

Depois que ela gozou nós nos deitamos na cama, bem juntinhas, dando beijinhos e fazendo carícias uma na outra. Não demorou muito e fizemos um 69 maravilho. Tudo isso sem fazer qualquer barulho que pudesse acordar meus tios ou o meu primo.

Gozamos novamente e finalmente ela percebeu que eu estava tão mole que já estava quase dormindo. Então ela se levantou, me deu um beijo na boca, lambeu e chupou meus peitinhos mais um pouquinho e foi embora, sem dizer nada. No outro dia ela saiu cedo e eu fui embora à tarde. Nunca mais tocamos no assunto.

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