Meus dois machos

Depois da minha primeira transa com Pluto meus dias não eram mais os mesmos, mal chegava do colégio e já o procurava pela casa, não conseguia mais ficar sem nosso amor, estava apaixonada por ele. Como um bom macho ele só queria me comer, mas eu sei como são os machos, no fim eles acabam se entregando.

Meu nome é Katy, esse é meu terceiro conto de zoofilia, hoje tenho 26 anos, sou casada, mas o que vou relatar me ocorreu há algum tempo. Sou uma gordinha gostosa como dizem, bem delicadinha, branquinha, bumbum grande, seios médios bem rosadinhos e uma buceta lisinha, que na época era ainda mais apertadinha.

Minha rotina havia mudado um pouco, depois que descobri o quanto é bom ter “alguém” pra compartilhar meu prazer. Meus dois dogs agora eram meus machos, Miúdo, o menor deles nunca havia me penetrado com seu pauzinho, mas recebia várias chupadas, por vezes ele dormia em meu quarto só para receber um delicioso boquete no meio da noite. Já Pluto, meu vira-latas robusto e bem cuidado, me fodia com uma certa frequência, estávamos muito íntimos e eu me envolvi cada vez mais, fiquei refém do seu pau me esfolando feito uma cadela, de suas patas arranhando meu corpo, sua saliva quente pingando sobre mim, tudo que deixou apaixonadinha por ele.

Eu acabara de chegar em casa no dia, minha prima mais velha estava em casa e perguntou se poderia ajudá-la em algumas coisas da casa, rapidamente fui. Lembro que estava na cozinha, quando ouvi os passos de Pluto entrando pela casa, ele parou atrás de mim, que estava em pé, lavando louça e enfiou seu focinho em meu bumbum, dei um suspiro e rezei para que minha prima não tivesse visto. Segui meus afazeres e Pluto me seguiu todo o tempo, vez ou outra ficava com seu pau para fora, outras só tentava me cheirar, me lamber…

Eu estava louca com aquele macho me desejando, mas precisava esperar, minha prima não poderia nem sonhar o que fazia com nossos cachorrinhos quando não tinha ninguém em casa. Ele não parava, qualquer segundo de descuido ele enfiava seu focinho geladinho na minha virilha, chegou a morder meu short, quase me deixando nua, eu estava louca de tesão, obviamente ele sentiu, pedi de todas as formas que ele ficasse quietinho, mas nada adiantou.

Eu limpei a casa, enquanto minha prima arrumava os quartos, fiquei por vezes sozinha com Pluto mas não queria arriscar e ser descoberta em meu novo romance, eu era a mais nova da casa, morava de favor com meus tios, precisava me comportar. Mas Pluto mal se importava, me rodeava e me olhava querendo repetir os prazeres, acho que ele estava gostando tanto quanto eu. Nosso outro cachorro também entrou na brincadeira e agora eu tinha dois machos me seguindo pela casa, não conseguiria resistir por muito tempo.

As horas foram passando e minha prima finalmente disse que iria se arrumar para sair, ela era muito dedicada aos estudos (pelo menos é o que eu achava), eu ajudava como podia na casa, dessa forma a gente se dava super bem. Arrumada e bem cheirosa ela passou por mim e se despediu, meus machos a seguiram até o portão, cheia de ciúmes eu fui atrás, gritava para eles deixarem ela sair, eles são muito sapecas, ela sorria e dizia que não havia problemas. Masss é claro que havia, eles eram só meu, para me satisfazer!

Assim que ela fechou o portão eu respirei fundo e me abaixei para fazer carinho nos dois, brincamos um pouco, eles me cheirando e correndo em volta de mim, estava tão louca que quis transar ali mesmo no quintal. Já ajoelhada puxei Miúdo para mais perto e comecei uma punheta gostosinha, Pluto ficava me cheirando e até tentou lamber seu amigo.

Agora eu tinha os dois machos simultaneamente, precisava agradá-los de alguma forma…
Seria fácil satisfazer o menor, eu já estava tocando com meus dedos seu pauzinho e ele ficava paradinho sentindo minha punheta, já o maior seria um pouco mais complicado, mas eu precisava tentar. Enquanto estava satisfazendo Miúdo eu pude sentir Pluto respirar bem perto de mim, com sua grande língua para fora e babando, eu precisava sentir mais daquilo, aumentei a velocidade da punheta no dog menor enquanto curtia a sensação do maior me rodeando. O quintal é grande e por vezes Pluto corria de um lado para o outro, chegando ofegante perto de mim, tentando pular e me morder (carinhosamente). Quando percebi que meus dedos não eram mais suficientes para tocar Miúdo, peguei-o no colo e comecei a chupá-lo, talvez a sensação de sentir minha boca fosse mais agradável e o fizesse gozar mais rápido.

Eu engolia aquele pauzinho pequeno e chupava seu nó, acariciava suas bolinhas e o deixava todo babado, como de costume eu engolia tudo que saía do seu cacete, já estava melada quando ele gozou em minha boca, um esperma quentinho, viscoso e amarelado escorreu pelos cantos da minha boca, ele mexia as patas rapidamente querendo se soltar dos meus braços, mas com a ajuda de Pluto deixei ele bem limpinho. Nos dividimos nas lambidas e rapidamente Miúdo estava sem uma gota de porra sobre seu cacetinho.

Eu sentia o respirar de Pluto próximo de mim, seu hálito não muito agradável não me fez desistir de amá-lo ainda mais, tudo era compensado com o prazer que ele me proporcionava. Ainda ajoelhada no chão, puxei meu macho para mais perto de mim, acariciei seu pau que ainda não havia saído do seu “casulo” e fiquei dedilhando suas bolas, no momento ele ficava imóvel, somente esperando minhas ações. Eu estava bem próxima e observei atenta quando a pontinha vermelha do seu pau começou a sair, a cada toque ele colocava seu caralho canino mais para fora, eu observava atenta e com água na boca, mesmo tendo acabado de beber uma quantidade razoável de esperma do outro cachorro.

Quando percebi que estava praticamente todo para fora, me coloquei debaixo dele e fui chupando lentamente, Pluto fazia movimentos de vai e vem, como se fodesse minha boca, eu somente apertava os lábios e deixava seu pau entrar e sair. Nosso contato era extremamente íntimo, eu mamava meu cão de uma forma maravilhosa, ele por sua vez me fazia sua cadelinha, a intensidade das coisas foi aumentando e eu não conseguia mais segurar a vontade de dar minha buceta. Me ajeitei ali mesmo, puxei o short, a calcinha e tentei ser comida de quatro, mas Pluto veio com tanta vontade que acabou não conseguindo me penetrar de primeira. Me abaixei ainda mais, ficando praticamente deitada no chão, empinei meu bumbum e com uma das mãos enfiei o pau de Pluto entre minhas pernas, bem próximo da minha buceta.

Entre uma roçada e outra ele acabou encontrando o caminho, senti um arrepio quando ele enterrou sua pica de cachorro em mim, a posição favoreceu para ele ir bem fundo, me fazendo quase cair com sua pressão sobre meu corpo, ele estava com as patas nas minhas costas e me babando toda. A velocidade que ele metia fazia com que seu pau as vezes saísse da minha buceta e esfregasse em meu clitóris, o que era ainda mais delicioso.

Enquanto era fodida por Pluto, meu amiguinho menor ficava me observando de meia distância, se pudesse se expressar diria que eu era uma cadela muito safada rsrsrs

Eu era fodida pelo meu cachorro em pleno quintal de casa, sob a luz do sol e talvez sob olhares atentos de vizinhos (embora fosse pouco provável), tudo aquilo me fez sentir ainda mais tesão e incorporar a cadela que existe em mim, eu gemia loucamente e por vezes arrisquei latidos e era acompanhada pelos dois machos. Pluto me preenchia perfeitamente, parecia que seu pau foi feito para se encaixar em mim. Encontrando uma posição ainda melhor, consegui fazer com que ele afundasse em minha xota também o nó que fica em sua base e assim que senti ele afundar em mim, veio também um gozo intenso do meu dog dentro de mim.
Que sensação incrível!

É indescritível como isso é bom, não só o sexo animal, mas o contexto. Eu antes era só uma adolescente que me masturbava fechada no quarto lendo livros eróticos, vendo filmes e revistas pornô, agora uma cadela no cio trepando com os cachorros a céu aberto, sem nenhum pudor, me entregando aos meus machos.

Aproveitando ainda da situação, que ficamos engatados um tempinho e me toquei intensamente, acabei gozando duas vezes quase que simultâneas com aquele pauzão enterrado em minha buceta. Assim que nos soltamos, eu corri para dentro de casa, um pouco envergonhada mas orgulhosa da minha coragem e saciada pela bela foda com meus amantes caninos.

No final de tudo senti que estava sendo injusta com Miúdo que nunca havia comido a bucetinha de sua cadelinha, meu próximo passo seria arrumar um jeito para colocá-lo em mim, mas isso fica para o próximo conto.

Enquanto lembrava desse fato acabei gozando enquanto escrevia, o que tornou tudo ainda mais gostoso. Espero que tenham gostado assim como eu!

me escrevam

Beijos dessa cadelona safada!

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