Matando a sede de sexo

Gosto muito de provocar, andar de roupas curtas, decotes e sandálias altas. Mas não fico me mostrando à toa. A ideia é alimentar a imaginação dos homens por onde passo. Assim funciona na academia, quando vou às baladas ou quando saio com as amigas. Tenho 1,65 de altura, coxas grossas, bumbum empinado e uma cintura fina. O seios são meu ponto forte, pois são bem durinhos. Os bicos grandes ficam entumescidos fácil e isso chama muita a atenção da macharada.
Um belo dia estava na minha sacada observando o movimento da rua, vendo as pessoas passarem e com um fogo danado. Havia dias que não dava minha bocetinha e já estava pra subir pelas paredes. Meu namorado viajando, meus pais sempre preocupados com o trabalho e eu sozinha em casa com a cabeça à mil! Pra relaxar um pouco fui até o computador e comecei a fuçar pela deliciosa internet. Não sou de ficar batendo papo e me frustrando com transas pela internet. E por mais que digam que “comigo vai ser diferente princesa…” – Simplesmente não rola! Gosto mesmo é de assistir filmezinhos, fotos e ler muitos contos. Isso sim me excita.

 

Quando entro em algum site de vídeos, sempre vou atrás dos vídeos mais assistidos. Nesse dia parece que todos eram vídeos com negros bem dotados e de paus divinamente lindos! Passei a assistir um vídeo que me deixou louca, ensopada. Era um negro com uns 20 e tantos centímetros de pau, a cabeça inchada e uma loira que sabia manusear muito bem o instrumento dele. Ela colocava o que podia na boca, babava, lambia igual a um picolé em dias quentes. O negão ficou louco, enfiando aquela tora bem fundo na garganta da loira putinha. Depois tirava aquele mastro de dentro da boca dela e passava nos seios grandes da sortuda, lambuzando tudo e depois voltando para a boca da danada.

A cena foi se desenrolando e eu ficando cada vez mais sem roupa. Em pouco tempo eu estava com a perna bem aberta, apertando meus peitos com uma mão e a outra tocando meu grelinho. Tava tão gostoso que em pouco tempo começou a escorrer meu melzinho, molhando meu reguinho e um pouco da cadeira. Como eu estava sozinha em casa, aumentei o volume e passei a ouvir aquela deliciosa foda. Os gemidos da loira, os puxões que ele dava nos cabelos dela, os xingamentos… me levaram ao êxtase. Comecei a gozar copiosamente, me tremendo toda e imaginando aquele homem negro em fodendo como uma verdadeira cadela. Minhas mãos ficaram trêmulas e eu desejei um negro daqueles pra mim como nunca havia desejado nada. E era pra ontem!

Me lembrei que o porteiro do meu prédio era um jovem senhor, na faixa de uns 30 e poucos anos. Seu Gilberto era casado, tinha filhos e sempre era muito prestativo. Aliás detestava que chamássemos de “Seu Gilberto”. Gilberto bastava. Comecei a ficar excitada com a ideia. Mas pensei: “Ele é casado… não vai querer nada comigo… ainda mais que ele conhece minha família, meu namorado… não vai rolar!”. Toda a negatividade que eu podia pensar naquele momento veio à tona. Então tomada pelo desejo e tendo na minha mente as lembranças daquele vídeo tão delicioso, resolvi arriscar. Fui ao guarda-roupa e peguei um vestidinho bem básico, com decote e sem nenhuma calcinha por baixo. Estava pronta pra ele. Resolvi interfonar pra ele e inventar alguma história, do tipo chuveiro estragado. Dito e feito! Seu Gilberto tava subindo. Era agora que eu iria colocar em prática tudo aquilo que eu via em filmes pornôs. A dona de casa que é fodida pelo pintor, pelo vendedor, pelo pedreiro… será que daria certo? – Pensei.

A campainha tocou. No interfone disse para o Seu Gilberto que precisava de sua ajuda para pegar algo no maleiro do meu guarda-roupa. Do quarto gritei pra que ele entrasse. Ouvi seus passos dentro da casa e com a voz comecei a guiá-lo, dizendo que estava no quarto. Quando seu Gilberto chegou, eu estava em cima de uma cadeira, empinada, fazendo força pra alcançar a bendita mala. Eu não vi sua reação, mas percebi que ele ficou sem palavras. Meu rabo provavelmente estava todo descoberto e sem calcinha… ele deve ter visto até o meu útero!

– Seu Gilberto, não consigo pegar essa bendita mala.
– Gilberto Sandrinha… Gilberto.
– Desculpa… me esqueci. – Olhei pra ele com cara de safada, tentando me desculpar pelo erro.
– Desça daí Sandrinha. Vou te dar o que você quer.

Na hora que ele disse isso, minha cabeça pervertida estava desligada. Pensei que ele estava falando da bendita da mala. Quando eu desci, fiquei frente à frente com ele. Gilberto era bem mais forte do que eu pensava. A pouca distância inédita me deu a real dimensão do homem que ele era. Devia ter uns 1,90 de altura, braços fortes, barba por fazer e cabelos quase raspados. Aquele homem enorme, parado na minha frente, me fez ensopar a bocetinha na hora. Meus seios ficaram com os bicos entumescidos, podia sentí-los no tecido do vestido. Ele passou por mim e me inebriou com o seu perfume. Senti sua respiração ofegante também. Ele subiu na cadeira, se esforçou um pouco e rapidamente pegou a mala. Desceu e a colocou em cima da minha cama. Estava pronto, tudo o que ele precisava fazer por mim. Fui andando na sua frente, agradecendo pelo trabalho prestado. Rebolei levemente, sem parecer muito puta pra ele. No corredor olhava pra trás com olhos safados, me entregando completamente. Chegamos à sala, abri a porta e agradeci.

– Obrigado, “Gilberto”. – Disse com uma maior entonação.
– De nada Sandrinha. Precisa de mais alguma coisa? – Insistiu ele.
– Não sei… talvez…

Quando acabei de dizer isso, Gilberto fechou a porta atrás de si. Mal fez isso e me agarrou com força em seus braços. Tentei relutar, mostrar um pouco de dificuldade pra ele. Não adiantou. Ele me segurou em seus braços fortes, me jogou com força no sofá.

– Era isso que você queria desde o começo, né putinha?
– Do que você tá falando Seu Gilberto?
– Não se faça de inocente… e é GILBERTO pra você!

 

Sem me deixar dizer mais nada, Gilberto me virou de costas e me deixou de joelhos no sofá. Forçou o meu corpo, me encurvando e me deixando de quatro, com o rosto enfiado no encosto macio do sofá. Estava completamente exposta, de quatro para aquele homem tarado que eu tanto desejei naquele dia. O vestido foi levantado mais que depressa e quando menos percebi, senti sua língua áspera correr do meu cuzinho até a minha boceta em chamas. Sua língua era muito gostosa. Eu conseguia olhar pra trás de relance, tentando vislumbrar aquela cara de safado dele. No meio das lambidas ele soltou um belo tapa na minha bunda. Com certeza aquela mão enorme iria me deixar marcada. Dei um grito de dor e prazer, rebolando ainda mais na cara daquele puto. Sua barba por fazer arranhava minha boceta, encostando no interior de minhas coxas, me deixando louca. Então ele passou a se concentrar no meu cuzinho, passando a ponta da língua pelo meu anel e me levando à loucura. Mas quando ele colocou um dedo na minha boceta molhada e começou a me foder, eu passei a gozar feito uma cadela no cio, tendo espasmos de tanto gozar. Perdi as contas de quantas vezes gozei na boca do safado.

Eu queria o meu troféu e ele queria me dar o seu troféu. Gilberto me levantou e em seguida me fez ficar ajoelhada na sua frente. Lentamente foi abrindo o zíper da sua calça e em pouco tempo vi aquela rola grande saltar na minha frente. Não era tão grande quanto a que eu tinha visto no filme, mas era grossa e da cabeça avermelhada. Minha boca encheu-se d’água. Quando fui colocar a mão para segurar aquela tora, ele não deixou.

– Abre a boquinha, abre minha putinha… vou foder essa boquinha linda.

Obediente, abri a boca e ele foi colocando aquela rola enorme. Foi até o fundo, encostando no fundo da garganta. Na hora senti o incômodo e tive ânsia. Mas me controlei, lacrimejando, mas aguentando firme. Ele passou a movimentar pra frente e pra trás e eu babando naquele pauzão. Aquele pedaço de carne era delicioso, me dava tanto prazer, que comecei a me tocar. Minha boceta pingava e enquanto eu mamava gostoso naquela pica, eu gozei gostoso.

Gilberto sentou-se no sofá e me puxou pra perto dele, me fazendo andar ajoelhada pelo carpete. Estava ali, ajoelhada, com aquela pica na minha frente. Gilberto ergueu um pouco as pernas e passei a lamber suas bolas. O saco estava durinho, mal conseguia diferenciar as bolas. Então lambi, deixando um rastro de saliva, sugando uma bola por vez. Arrisquei um pouco mais e desci pela pele entre o saco e o cuzinho dele.

– Isso… lambe tudo safada!

Entendi o recado. Não são todos os homens que dão essa liberdade, mas Gilberto era um que não tinha pudores. Fui descendo e lambendo o seu cuzinho. Quando mais eu lambia, mais ele levantava as pernas. Aos poucos tudo estava babado. Ele punhetava seu pau, enquanto eu alternava lambidas entre o seu cuzinho e suas bolas. Ele gemia, puxava o ar entre assovios, olhava fixamente para a minha cara de puta, enquanto eu sugava aquele negro gostoso.

Gilberto pegou no meu rosto, me guiou a ficar de pé e me conduziu para o seu colo. Lentamente sentei no seu colo. Seguirei aquela jeba enorme e fui direcionando para a minha boceta. A pica foi entrando sem muita dificuldade devido a minha excitação. Entrou toda, me preenchendo por completa! Que delícia de pica. Inclinei o corpo pra trás e comecei a cavalgar, lentamente. Em pouco tempo alucinadamente. Meus seios batiam no seu rosto e facilmente ele os abocanhava, mordendo e chupando. Gozei sei lá quantas vezes enquanto cavalgava. Ele puxava minha bunda, apertava e dava tapas deliciosos. Não desgrudava a boca dos peitos, mordiscando os bicos, me deixando doida.

Por conta própria levantei-me e fiquei novamente de quatro. Queria aquela pica atolada em mim. Gilberto se colocou atrás de mim, abriu minha bunda e foi introduzindo aquele pau dentro de mim. Começou a bombar de uma vez, se dó. Colocava tudo, depois tirava o pau todo pra fora. Apontava e enfiava tudo de novo, até o talo. Eu gemia e pedia mais, queria ser completamente extasiada pela rola do meu porteiro. Ele apertava minha bunda, passava os dedos no meu cuzinho e eu aproveitei pra me mexer ainda mais.

– Rebola no meu pau, vai safada… Rebola!

Gilberto tirou as mãos da minha bunda e deixou todo o trabalho pra mim. Habilmente, cadenciei os movimentos indo e voltando, encaixando com perfeição. Eu olhava pra trás vendo a cara de prazer que ele tava. A cara dele foi mudando, senti que logo chegaria ao orgasmo. Seu pau entrava freneticamente em mim. Ele então apertou minha cintura com as mãos, me puxava com força pra si. Os corpos batiam com violência e eu gozava sem parar. Seu pau inchou dentro de mim e quando menos percebi, ele anunciou:

– Vou gozaaaaaaarrrr…

Ele tirou o pau de dentro de mim e derramou seu delicioso néctar nas minhas costas. Senti os jatos caírem nas minhas costas nuas. Eram jatos e mais jatos, parecia que não acabaria mais. Quando finalmente parou, ele colocou o pau dentro da boceta e eu pude sentir aquela tora pulsando dentro de mim. Apertei o seu pau com a boceta, mexendo meu corpo pra frente e pra trás. Lentamente, e ainda assim seu pau não amoleceu tão cedo. Seu Gilberto se levantou, vestiu rapidamente sua roupa e saiu. Eu fiquei lá na sala, toda gozada, porém totalmente satisfeita. Até o dia seguinte, mas fica pra outra história. Bjos, espero que tenham gostado.

Bjos lindos!

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