Fodida pelo meu professor à força

Meu nome é Ivie Blunt. Quando tinha 16, estava cursando o penúltimo ano do ensino médio. Sempre fui uma garota atraente e cobiçada no colégio. De vez em quando sempre recebia cantadas ou coisas do tipo. Tinha a pele morena, cabelos longos, pretos e ondulados, olhos castanhos claros, um nariz fino e a boca carnuda. Tinha um corpo bonito também. Não era muito alta, tinha seios bonitos, mas que não eram enormes, pernas bem torneadas e um quadril médio. Eu era uma aluna exemplar no colégio. Esforçada, comportada, estudiosa. Recebia muitos elogios dos professores. Porém, o ensino médio não é fácil. Eu era muito ruim em física, apesar de ser boa nas outras matérias. Meu professor se chamava Ray. Devia ter uns 26 ou 27 anos. Era alto, forte, moreno. Tinha cabelos médios, olhos castanhos bem escuros e um rosto másculo e sua barba estava sempre malfeita. Tinha a impressão que ela não gostava muito de mim. Me encarava durante as aulas, e seu olhar era frio. Eu tentava ignorar, mas às vezes era difícil. Suas aulas eram sempre dia de terça e sexta. Numa sexta-feira, ele liberou a turma mais cedo. Arrumei minhas coisas e me levantei, atrás dos meus colegas. – Ivie, fique na sala, por favor – Ray me chamou. Ele estava sentado na mesa, observando uma caderneta em suas mãos. Senti um frio na espinha, e me virei para falar com ele. – Algum problema, professor? – Na verdade sim. Suas notas. – Ele mostrou a caderneta. Lá havia minhas notas, todas em vermelho. Nem eu mesma sabia que minha situação estava tão ruim. – Tem alguma coisa que eu possa fazer para melhorar, professor? – Sua situação é difícil, Ivie. O ano já está acabando. Mas… – Ele fechou a caderneta e me olhou nos olhos. – Talvez eu posso fazer algo por você. Fiquei desconfiada, e baixei a cabeça para olhar para o chão. – O que, professor? – Essas notas poderiam sumir… e eu poderia criar notas novas. – Não gostei de como ele falou, nem do seu olhar. Havia algo de malicioso em seus olhos. – Aposto que isso tem um preço. Qual seria? – Levantei os olhos, e percebi que ele estava muito perto. Ele mordeu os lábios e me segurou pelo braço. Depois sussurrou em meu ouvido: – Você é virgem, garota? – Senti um arrepio quando senti sua respiração na minha pele .Rapidamente eu tentei me soltar, e corri para a porta. Mas Ray foi mais rápido. Ele fechou a porta e pos uma cadeira perto da fechadura, bloqueando a saída. Depois avançou para mim, segurando meus braços com força. – Você está me machucando, professor. Me solte. – Acha que pode usar essa saia do uniforme curta e não conseguir excitar ninguém, hum? – Ele me virou de costas e me prendeu contra a parede. Fiquei assustada e tentei gritar. Ray tapou a minha boca. – É melhor você ficar quietinha. Quer que alguém nos escute? – Ele segurava minha boca com uma das mãos e meu braço com a outra. Eu estava com o rosto colado na parede. Tentei gritar, aterrorizada. Parecia que ele gostava de me ver com medo, porque rapidamente seu pau ficou duro. Podia sentir roçando na minha saia, perto da minha bunda. – Olha só como você me deixa, garota. Dê-me sua mão. – Eu tentei fecha-la, mas ele pegou mesmo assim e colocou dentro de sua calça. Peguei em seu pau. Estava bem quente e duro. Percebi que era grosso, talvez comprido. Ele me fez aperta-lo, colocando sua mão sobre a minha. – Você parece ser muito gostosinha… vamos ver o que tem dentro da sua calcinha. – Ele levantou minha saia e pos a mão dentro da minha calcinha. Começou a tocar meu clitóris, depois desceu os dedos um pouco mais embaixo. Eu tentei me soltar e fechar as pernas, mas ele me forçou a abrir-las. – O que é isso, Ivie? Está molhadinha, hum? Ah, você tem cara de safada mesmo. – Ray sussurrou em meu ouvido, e tirou a mão da minha boca. – Professor… por favor. Eu sou virgem, tenho namorado… Por favor, me deixe ir. – Shh, fique caladinha. – Ele começou a me tocar com mais força, eu tentei segurar o gemido. – Algum homem já te tocou assim, Ivie? Hum? – E deu um tapa na minha bunda. Eu não consegui segurar o gemido dessa vez. Quando ele me deu um tapa, eu quase gritei de susto. Eu ainda tentava empurra-lo e fechar as pernas, mas ele ameaçava me bater ou ir com mais força. Então eu continuei com o rosto colado na parede. Ray tirou a mão de dentro de minha calcinha e apertou meus seios. Tentei parecer indiferente, mas ele apertou com mais força. – Hum… Peitinhos tão durinhos. Preciso apreciá-los mais. – Em seguida ele virou-me de costas pra parede, e fiquei de frente pra ele. Depois abriu os botões da minha blusa com violência, deixando meu sutiã a mostra. – Que lindos. – Ele falava no meu ouvido e elogiava meus seios, enquanto os apalpava com força. – Aposto que devem ser mais gostosinhos do que lindos, não é? – Ele apertou mais uma vez, abaixou meu sutiã e passou a língua nos meus peitos. Primeiro colocou toda a boca, tentando cobri-los. Depois enrijeceu a língua e lambeu meus mamilos. Senti um arrepio e fechei os olhos. – Olha só… Estão ficando durinhos, Ivie. – Ray disse. Eu virei meu rosto para o lado, e ele apertou meus seios mais uma vez e encostou seu nariz no meu pescoço, respirando. Eu sabia que era inútil lutar, ele era muito mais forte que eu. Não tinha mais voz pra gritar. Só o que poderia fazer era ficar quieta até que ele terminasse ou desistisse de tudo aquilo. O professor ficou um tempo com o rosto no meu pescoço. Por fim, ele sussurrou: – Peça para eu foder sua bucetinha. – Eu fiquei surpresa. – O que? Você pensa que eu sou alguma prostituta? – Ele apertou meu rosto, segurando meu queixo. – Pede agora. Ou eu serei muito pior com você. – Eu não acreditei, era humilhação demais. Mas o professor bateu na minha bunda, e bateu forte. – Pede! Pede, sua vadiazinha. Agora. – Eu fechei os olhos e suspirei. Eu estava imobilizada. Ray prendia meu corpo inteiro contra a parede, e seu rosto estava bem perto do meu. – Fode minha bucetinha. – Eu disse, de má vontade, entre dentes. O professor bateu mais uma vez forte na minha bunda. Eu estremeci. – Não escutei. Peça direito. – Ele continuava me apertando. – Fode minha bucetinha, professor. – Dessa vez falei mais claramente. Fechei os olhos, esperando a reação dele. Senti sua respiração ficando mais acelerada. Segundos depois ele levantou a minha saia, e puxou minha calcinha para baixo. Eu sabia o que ele iria fazer e tentei lutar. Ele segurou minhas duas mãos e pos no alto de minha cabeça. Tentei implorar. – Por favor, professor. Me deixe ir. Eu posso te dar qualquer outra coisa… – Ele tapou minha boca. – Não, eu quero você. Já fantasiei muitas vezes com você, garota… Com essa saia curta, andando pelo corredor. – Enquanto falava, Ray desabotoava a calça e baixava a cueca. Olhei para baixo. O vi colocando seu pau para fora. Era como eu imaginava. Grosso, mais ou menos uns 17 cm. Se ele colocasse aquilo dentro de mim, com certeza seria dolorido. Eu desviei o olhar. – Você vai acabar gostando, garota. Aposto que vai. – Ele segurou o pau dele, e tapou minha boca. Depois segurou uma das minhas coxas e levantou. Ele deixou minhas mãos livres, então tentei empurrar seu peito, mas ele nem se movia. Eu olhei para baixo, ele estava tocando seu pau. Colocou a cabeça na entrada da minha buceta, e esfregou. – Hum, ainda está molhadinha. Ah, que gostosinha. – Eu fechei os olhos e senti que estavam ficando úmidos. O professor parou de esfregar e começou a empurrar a cabeça do pau dele na entrada. Ainda não estava fundo o bastante para eu sentir dor, mas eu não tinha muita experiência com sexo. Ele apertou minha coxa e deu uma mordidinha no meu mamilo. Eu dei um gritinho. – Shh, quietinha. Agora eu vou foder sua buceta toda, ninguém pode escutar. Entendeu? – Ele deu um tapa na minha coxa. Eu balancei a cabeça, dizendo que sim. – Ótimo. – Ele suspirou e empurrou seu pau com força. Eu dei um grito. O professor enfiou o pau dele de uma vez na minha buceta, e não foi muito gentil. Eu senti seu pau me tocar fundo, e estava bem duro. Eu tentei afasta-lo de mim e fechar as pernas, mas Ray me impediu. – Ei, ei. Nada de tentar se soltar, fique quietinha. Ou vai doer mais. – Eu suspirei. Ele se movimentava mais rápido, enquanto eu gemia. Cada estocada dele era um gemido meu, e ele fazia isso com mais força, enquanto eu gemia mais alto. Às vezes Ray ia tão rápido e forte que me levantava do chão. Eu percebi que sempre que eu gemia, ele gostava, então tentei me segurar para contrariá-lo. Ele percebeu, e me bateu outra vez. – Por que parou de gemer? – Ele olhou pra mim, parecendo furioso. Deu-me um tapa de novo. Eu fechei os olhos e não respondi. Meu professor me encarava. – Ah, eu percebi. Você enjoou de levar na buceta, né? Quer levar em outro lugar, quer? – Ele sorriu, um sorriso maldoso. – Não… por favor. Só quero que pare com isso. Por favor, me deixe ir… – De repente ele me virou de costas novamente. – Quer tomar na bundinha, não é? Ah, que putinha. – Mais um tapa, e depois Ray apertou minha bunda com força, por dentro da saia. – Diz que quer tomar na bundinha, diz. – Ai… – Ele me apertou mais contra a parede. – Não, por favor. Isso não. – Eu estava usando minhas ultimas forças pra implorar. – Por favor, pare… O professor Ray segurou meu cabelo e sussurrou: – Só vou parar quando já tiver te enchido de porra. Entendeu? – Eu fiz que sim. – Agora, pede pra eu foder sua bundinha. Vamos, antes que eu a arrombe com força. – E puxou meu cabelo de leve. Senti uma lágrima escorrer no meu rosto. De má vontade, eu pedi. – Sim… Fode minha bundinha, professor. – Eu fechei os olhos, esperando que ele fizesse. Ele tocou minha buceta por trás um pouco. – Olhe, Ivie. Tá vendo o meu pau? – Outro tapa. Ray me fez virar o rosto e olhar seu pau. – Está vendo? É esse pau aqui que vai foder sua bundinha toda por dentro. – Eu choraminguei. – Professor, por favor… Me deixe ir. – Ele não me deu ouvidos. Apontou seu pau para minha bunda, e começou a forçar. Senti sua cabeça entrar um pouco, e gritei outra vez. – Por favor, isso dói… – Shhh, calada. – Ele forçou de novo, mas seu pau escorregava para fora. Então ele segurou e enfiou com mais força. Eu dei um grito, alto demais. – Ei, ninguém pode escutar a gente. Calma, Ivie. Fique quietinha. – Ray tapou minha boca. Ele fodia minha bunda mais fundo ainda. Eu gemia, mesmo com sua mão tapando meus gemidos, que mais pareciam gritos. Eu senti dor, mas quanto mais o professor estocava seu pau pra dentro na minha bundinha, a dor se misturava ao prazer. Ray percebeu isso, e me deu outro tapa. Minha bunda já devia estar marcada com tantos tapas. – Ah, você gosta, não é? Hum, que putinha. Quem é minha putinha, Ivie? – Ele falava enquanto ia mais fundo dentro de mim. Eu não respondi. Ele tirou a mão da minha boca, e me bateu de novo. – Eu perguntei quem era minha putinha. Quem é minha putinha, Ivie? Responda! – Dessa vez ele me deu dois tapas seguidos. Entre alguns gemidos, eu fui forçada a dizer: – Sou eu, professor. Sou eu. – Eu não gostei de dizer aquilo, mas se e não dissesse ele poderia me fazer mal. Ele continuava a estocar seu pau duro dentro de minha bundinha, e aquilo doía. Ele apertava minha bunda, forçando mais, me abrindo por dentro. – Agora eu vou com mais força, e mais fundo. É melhor você não reclamar, minha putinha. Vai reclamar? – Enquanto isso ele parou e ficou dentro de mim. Senti um arrepio, e tentei empurra-lo, mas ele segurou minhas mãos atrás das minhas costas. – Não, não! Não, por favor… – Não pensei que havia como ir mais, fundo, mas o professor conseguiu enfiar mais, e ficou parado dentro de mim. Eu me contorcia e gritava de dor, mas ele parecia gostar daquilo. No fundo, eu também estava sentindo prazer, mas doía muito. Ele começou a se movimentar mais rápido. Eu gemia alto, tentando me mexer. Percebi que o pau dele estava mais quente e começava a pulsar dentro de mim. Eu pensei “Ah, não. Ele vai gozar dentro de mim.” Ray estocava seu pau duro em minha bunda cada vez mais rápido. Sua respiração acelerou, e seu pau pulsava, eu podia sentir. Então ele segurou minhas mãos e o meu cabelo, me fodendo mais rápido. – Vou encher sua bunda de porra, putinha. – Ray disse, com os dentes cerrados. Segundos depois eu senti ele esporrar na minha bunda. Senti o jato quente encher minha bundinha, escorrendo. Finalmente, Ray me soltou. Eu senti minhas pernas meio moles. O professor levantou minha calcinha, fechou o zíper da calça e sentou sobre mesa. Eu sentei numa cadeira perto dele, cansada. Ray pôs as mãos cobrindo o rosto. Parecia que ele estava com vergonha de tudo aquilo. Tentei me aproximar. – Professor, está tudo bem? – Saia da minha sala. Agora. – Sua voz era fria, fiquei espantada. Esperava outra reação. – Mas… o que…? – Saia da minha sala, Ivie. – Ele pegou minhas coisas e jogou para mim. Depois me segurou pelo ombro e me levou até a porta. Fiquei sem entender, mas fui mesmo assim. Quando sai da sala, ele bateu a porta. Quando cheguei em casa, fui direto tomar um banho. Queria me limpar de tudo aquilo. Senti raiva do Ray. Ele me humilhou, abusou de mim. Enquanto a água escorria a minha volta, senti vergonha de mim mesma. Eu praticamente havia me vendido. Mas o pior é que uma parte de mim havia gostado e sentido prazer com aquilo. Sequei os cabelos e deitei na cama. Iria tentar dormir um pouco, descansar. Mas no fundo, eu estava pensando no que havia acontecido. Transei com meu professor de física. E não foi qualquer transa. Foi grosseiro, violento, maldoso. Peguei no sono, com minha mente cheia de pensamentos e dúvidas.

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