dando ao sol

Naquele sábado eu não teria qualquer compromisso. Mas, como estava sem dinheiro, teria de ficar em casa. O sol estava convidativo e então me decidi por uma diversão “de pobre” mesmo. Avisei minha tia que estaria na cobertura tomando um sol. A “cobertura” era uma laje armada na metade final da casa de minha tia, começada pelo seu marido e que jamais fora concluída, pois ele acabou falecendo antes de completar a construção. Pensavam erguer um pavimento onde ficaria o meu apartamento, com entrada independente e tudo.

Peguei o bronzeador, uma toalha e também uma geladeira de isopor com algumas cervejas e subi. Levava ainda um livro que pensava folhear enquanto tivesse ânimo e uma outra toalha que estendi no chão, além de uma almofada para servir de travesseiro. Um boné e óculos escuros completavam o meu visual de “pobre”…

À medida que o tempo foi esquentando eu me esqueci de onde estava e acabei por me despir por completo, tirando a bermuda e mesmo a cueca. Deitado, tentava ler, mas a posição era incômoda. Depois da terceira latinha de cerveja as letras pareciam embaralhar e desisti da leitura. Virei de bruços e fiquei ao sol, planejando me bronzear por alguns minutos. Acabei cochilando…

Não sei por quanto tempo permaneci ali, mas despertei com uma sensação estranha, um peso sobre as costas e um calor que não provinha do sol lá do alto. Estava com as mãos para cima, as pernas abertas e alguém – um macho, certamente – estava me enrabando. Tentei forçar, mas era alguém mais pesado que eu, colocado entre as minhas pernas, mantendo-as abertas e permitindo que sua rola achasse sem dificuldades o caminho para dentro de meu ânus.

A glande já estava dentro do meu rabo, que eu sentia melado, à medida que o pênis ia penetrando vagarosamente em minhas entranhas. Quem me estaria fudendo daquela forma, sem sequer me despertar, invadindo daquela forma a minha intimidade?

Voltei a forçar, mas o macho permaneceu em silêncio e, com uma das mãos em minha nuca, impedia que eu movimentasse a cabeça em sua direção. A outra mão apertava minha bunda, bem próximo ao ânus, como se me massageasse para que a pica pudesse entrar mais à vontade. Um pensamento me veio ao sentir aquela mão naquele determinado lugar. Meu primo Augusto!

– Augusto! – sussurrei, para não ser ouvido por minha tia lá embaixo.

O macho interrompeu a invasão por um instante, mas sem recuar um centímetro sequer. A mão em minha nuca deixou de fazer pressão e consegui girar um pouco o corpo, o suficiente para encarar quem me fudia o rabo àquela hora da manhã. Era mesmo meu primo.

– Tu queria o quê, primo? Peladão aqui em cima, com essa bunda gostosa me convidando?

Apenas se ajeitando, mas sem tirar o pau de minha bunda, Augusto contou que tinha vindo a Belém para fazer uns pagamentos para seus pais e resolveu passar pela casa da tia Ana – irmã de sua mãe e de meu falecido pai.

– Dei sorte, não foi? – comentou ele, movimentando a pélvis e fazendo o membro pulsar e ir um pouco mais para dentro do meu cuzinho.

Eu estava quase de lado e então movimentei a perna para ficar numa posição mais confortável. Augusto permanecia vestido, apenas a rola estava para fora. Coloquei o joelho sobre seu tórax e o empurrei, fazendo com que se desgrudasse de mim.

– Se é pra fuder, vai ter de fazer direito… – reclamei, exigindo então que ele também se despisse.

Meu primo então tratou de se livrar das roupas e logo estava sentado sobre a toalha em que eu estava deitado e eu me deliciava com sua vara enrijecida, arrancando suspiros e gemidos. Ele então se deitou e eu fui por cima dele, continuando a chupá-lo enquanto ele lambia e fustigava meu cuzinho com sua língua ágil e experiente. Augusto devia estar sem sexo há algum tempo, pois não aguentou nem cinco minutos e logo me encheu a boca de leite. Eu havia trepado há menos de uma semana, mas desse leitinho a gente não enjoa.

Mesmo depois de ter gozado não deixei que a rola amolecesse, continuando a chupá-la com vontade e massageando suas bolas. Então Augusto me deixou novamente de bruços, como estava até adormecer e veio por cima de mim. Primeiro me chupou e mordeu a bunda, usando os polegares de ambas as mãos para me dilatar o ânus; em seguida montou sobre mim e sua pica foi entrando devagar, arrebentando de novo as minhas pregas.

Quando o cacete se enterrou por completo ele se deitou sobre mim, mantendo minhas pernas abertas e movimentando a pélvis socando o pau dentro de mim. Me fudeu assim por cerca de dez minutos. Em seguida ergueu o corpo e, sem tirar o pau de dentro, me fez virar e me carregou no colo, segurando-me pelas nádegas e me levando até a parede próxima à caixa d’água. Eu me apoiava nos cotovelos sobre a bancada que ficara às minhas costas e, trançando as pernas em volta da cintura dele, seguia cavalgando com gosto aquela pica que entrava e saía do meu rabo.

Augusto me levantou de novo e voltamos para a toalha. Ele ia me abaixando devagar e eu me deliciava sendo fudido daquela forma, sem afrouxar a “tesoura” que lhe dava com as pernas. Ele então me segurou as pernas, forçou-as e se libertou. Mas permaneceu me segurando pelos calcanhares e seguia fudendo minha bunda com força, agora mais profundamente por causa da posição em que eu me encontrava. Não aguentei e acabei gozando, melando meu rosto e os cabelos.

Como sempre acontece quando gozo com um pau cravado no cuzinho, este foi apertado mais ainda pelos músculos do esfíncter e logo era Augusto que também gozava, me lavando por dentro com seu leite quente e gostoso. O esforço o deixara extenuado e arriou sobre mim, mantendo ainda a pica pulsando no meu buraquinho guloso.

Creio que adormecemos em pleno sol do meio dia. Despertamos com o chamado da tia Ana para que fossemos almoçar. Tomamos uma ducha rapidamente, nos enxugamos e vestimos para que nossa tia não desconfiasse. Almoçamos, vimos um pouco de TV e, quando a tia se retirou para a sua sesta, retornamos à laje para nossa sessão de sexo.

Como o ônibus de Augusto só partiria às 19h, trepamos até às 17h. Foram mais de duas horas de sexo, suficientes para matar nossa saudade das transas que tivemos no Interior e que não se repetiam havia quase um ano. Fiquei com o cuzinho quase esfolado de tanto ser enrabado, mas valeu à pena… A pica de Augusto é mesmo muito gostosa…

Marcamos de nos encontrar novamente na semana seguinte, pois ele precisaria vir à Capital na quinta-feira e poderia emendar o final de semana. Como na casa de minha tia só tem dois quartos – o meu e o dela – estávamos com programa garantido desde já para o fim de semana que viria.

E certamente iria demorar uma eternidade…

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